O Projeto Zona Sul
O Mestre Paulão Rezende começa a dividir o que sabe de jiu-jitsu com as crianças da zona sul de Poços de Caldas. O tatame era pequeno; a ideia, não. O projeto seguiu até 2006 — e plantou tudo o que veio depois.
Jiu-jitsu, inglês, reforço escolar, música, ballet e mais - de graça, para crianças, adolescentes, adultos e idosos da zona sul.
Tudo que está aqui sai do sistema que a associação usa todo dia para fazer chamada — não é estimativa, é o que foi contado.
Atualizado automaticamente, de hora em hora. Última leitura em 19 de agosto de 2026.
O projeto mudou de nome, de dono e de endereço várias vezes. Nunca mudou de bairro - e quem coordena hoje foi aluno aqui dentro.
A faixa ao lado de cada marco não é enfeite. O projeto graduou como gradua um aluno: o começo é a parte mais dura, e cada faixa só veio de aguentar a anterior.
O Mestre Paulão Rezende começa a dividir o que sabe de jiu-jitsu com as crianças da zona sul de Poços de Caldas. O tatame era pequeno; a ideia, não. O projeto seguiu até 2006 — e plantou tudo o que veio depois.
Paulo Alves, orientado pelo Mestre Paulão e apoiado pela Secretaria de Esporte, retoma o trabalho. Em 2011 o apoio acaba, e ele segue sozinho — o projeto passa a se chamar Projeto Paulo Alves.
Paulo Alves parte para competir na Europa e nos Estados Unidos e deixa o projeto com dois alunos formados ali dentro: Charles Melo e Alaerso Junior. As aulas passam a acontecer na garagem da casa do Charles. Cada semana chegavam mais crianças.
Não cabia mais ninguém. A quadra da Escola Padrão, no Parque das Nações, vira a nova casa do projeto — o primeiro espaço de verdade.
Paulo Alves volta ao Brasil, encontra o projeto crescido e decide estruturá-lo. Nasce o Projeto Social Cohab City, com sede própria e aulas em vários horários.
A pandemia fecha o tatame. As aulas param por quase três anos. A comunidade não se desfaz — apenas espera.
O projeto reabre nas mãos de Luis Carlos Moraes, que cresceu dentro deste mesmo tatame como aluno. Ele assume a coordenação sabendo exatamente o que aquele lugar representa para uma criança da zona sul.
Em 13 de janeiro nasce a AASCBC — Associação de Ação Social Cohab City. Deixa de ser só um projeto e passa a ser uma instituição, com CNPJ, capaz de buscar recursos, firmar parcerias e crescer.
Nova sede inaugurada em 17 de maio. E o projeto se expande: inglês, reforço escolar, música, empreendedorismo, ballet, cricket, Adolescer e o Pilates Solo do Viva + Mulher. Uma fisioterapeuta passa a acompanhar as crianças.
São 157 crianças e adolescentes de 121 famílias, em 29 encontros por semana. Toda semana. De graça.
O jiu-jitsu abriu a porta. O que segura a criança aqui dentro é tudo o que veio depois dele.
O começo de tudo
Turmas por faixa etária a partir dos 3 anos, os grupos de competição e uma turma só para mulheres, às sextas. Disciplina, respeito e a certeza de que o menor pode vencer o maior com técnica.
Futuro sem fronteiras
Duas turmas por semana. O idioma que abre porta de universidade e de trabalho, ensinado de graça para quem não teria como pagar um curso.
Ninguém fica para trás
Três turmas em parceria com as escolas da região. Criança que não entende a matéria desanima e abandona — aqui ela recebe a atenção que a sala de 30 alunos não consegue dar.
Violão, bateria, teclado, guitarra e canto
A prática musical melhora concentração, disciplina e coordenação — e dá à criança um lugar onde ela é boa em alguma coisa.
Postura, expressão e disciplina
A segunda atividade mais procurada do projeto, com 55 interessados. Corpo, música e presença de palco.
Criar, planejar, executar
Noções de gestão e finanças para adolescentes, com foco em autonomia e geração de renda. Sair do projeto sabendo tocar uma ideia adiante.
Conversa sobre a vida
Um encontro dedicado a adolescentes para pensar caminhos, sonhos e valores. Formação emocional, não só técnica.
Um esporte que ninguém aqui conhecia
Esporte coletivo, ao ar livre, com regra nova para todo mundo — o que coloca todas as crianças no mesmo ponto de partida.
Projeto Viva + Mulher
A única atividade para adultas. Postura, respiração, mobilidade e força — e um espaço de convivência para as mulheres da comunidade, muitas delas mães dos nossos alunos.
“Um lutador menor pode vencer um maior - com técnica.”
De domingo a domingo, na Avenida Jonas Medina, 165. Chegue e converse com a coordenação - a matrícula é gratuita.
A associação tem CNPJ desde 2024 e presta contas com relatório de alcance e frequência gerado pelo próprio sistema de gestão.
Seu apoio chega em criança com nome e sobrenome — as 157 que treinam aqui toda semana. Não é campanha genérica: é quimono, tatame, professor e transporte para competição.
Sua marca associada a uma iniciativa reconhecida na zona sul de Poços de Caldas, presente nos eventos, nas redes e nos materiais do projeto.
Conexão com uma rede de 121 famílias, praticantes, professores e apoiadores — um público engajado e presente.
Contrapartida social concreta e auditável, com relatório de alcance e frequência gerado pelo próprio sistema de gestão da associação.
Fale direto com a coordenação. Recebemos apoio em dinheiro, em material (quimono, tatame, instrumento) e em serviço.
31 empresas, instituições e pessoas que sustentam o projeto — em dinheiro, material, serviço e tempo.
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